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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
O relatório da PolÃcia Federal que indiciou, na segunda-feira (18), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu ex-ajudante de ordens Mauro Cid e outras 15 pessoas sob suspeita de fraudar dados de vacinação contra a Covid-19 é o primeiro que a PF envia para o Judiciário no âmbito do inquérito das milÃcias digitais.
Duas outras frentes de apuração, que também integram esse inquérito, continuam em aberto. A expectativa é que sejam concluÃdas e apresentadas ao STF até o meio deste ano. São elas:
Após a PF indiciar os suspeitos, o caso é enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR), que decide se os denuncia ao STF ou não. Uma vez denunciados, o tribunal analisa as provas para dar inÃcio a uma ação penal. Só ao final do processo os réus serão julgados culpados ou inocentes.
O inquérito das milÃcias digitais foi aberto em julho de 2021 para investigar ataques à s instituições democráticas. Desde então, três grandes operações policiais foram deflagradas.
A primeira delas, em maio de 2023, quando Bolsonaro e Cid foram alvo de busca e apreensão pela primeira vez, teve o objetivo de investigar justamente as fraudes no sistema de vacinação do SUS. Naquela ocasião, Cid foi preso. Quatro meses depois, fechou um acordo de delação premiada.
O que diz a defesa de Bolsonaro
O advogado de Bolsonaro Fabio Wajngarten disse considerar “lamentável” a divulgação da informação. Em outra publicação no “X”, antigo Twitter, Wajngarten classificou o indiciamento como absurdo e disse que não teve acesso ao material.
Veja a Ãntegra:
“Na minha humilde opinião o indiciamento de hoje, que até o presente momento a defesa técnica sequer teve acesso, é tão absurdo quanto o caso da baleia. O mundo inteiro conhece a opinião pessoal do Presidente Jair Bolsonaro quanto ao tema da vacinação, muito embora ele tenha adquirido mais de 600 milhões de doses. Ademais, enquanto exercia o cargo de Presidente, ele estava completamente dispensado de apresentar qualquer tipo de certificado nas suas viagens. Trata-se de perseguição polÃtica e tentativa de esvaziar o enorme capital polÃtico que só vem crescendo
Por falar em capital polÃtico, vamos ver com lupa quais candidatos querem surfar a onda desse enorme capital polÃtico, mantendo-se indiferente à essa perseguição. Ao final, recomendarei ao grupo polÃtico do Presidente que jamais permita que essa relação unilateral e desequilibrada seja ativo eleitoral de quem quer que seja. Aos oportunistas de ocasião, tenham a certeza, que mais ainda agora, gafanhotos terão vida curta. PolÃtica é grupo, coesão e solidariedade”, falou Fabio Wajngarten.
Foto reproduzida da Internet
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