O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Arquivos
Links Rápidos
Categorias
E-book
O blog cria um novo espaço pra relembrar causos e editoriais, clique aqui para acessar o e-book.
Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
A Polícia Federal (PF) indiciou nesta segunda-feira (18) o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pela suposta prática de dois crimes relacionados a um esquema de falsificação de cartões de vacinação.
De acordo com investigadores, um grupo de pessoas ligadas a Bolsonaro incluiu informações falsas em um sistema do Ministério da Saúde, para beneficiar o ex-presidente, parentes e auxiliares dele. Além do ex-presidente, outras 16 pessoas foram indiciadas.
Segundo a Polícia Federal, Bolsonaro teria incorrido nos seguintes crimes (clique no link para seguir ao conteúdo):
Com o indiciamento pela Polícia Federal, caso segue para análise do Ministério Público Federal (MPF), que vai decidir se apresenta ou não denúncia contra o ex-presidente.
Associação criminosa
Considerado um crime contra a paz pública, a associação criminosa (artigo 288 do Código Penal) fica configurada quando três ou mais pessoas se reúnem especificamente para cometer delitos.
A punição prevista na legislação penal é de um a três anos de reclusão.
A pena pode ser aumentada até a metade, se houver uso de armas; ou participação de criança ou adolescente. Nesses casos, uma pena de três anos, por exemplo, pode chegar a quatro anos e meio.
Inserção de dados falsos em sistema de informações
Também conhecido como peculato digital, o crime está previsto no Código Penal.
Ele se configura quando um funcionário autorizado facilita ou insere dados falsos, ou altera ou exclui dados de sistemas informatizados ou bancos de dados da administração pública, para causar dano ou conseguir vantagem indevida para si ou para outros.
A pena prevista é de 2 a 12 anos de reclusão, além de multa.
Outros indiciados
Entre as 16 pessoas que foram indiciadas, além de Bolsonaro, estão auxiliares próximos do ex-presidente, como o ex-ajudante de ordens Mauro Cid. A lista inclui ainda o deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ).
Veja abaixo a lista de indiciados e os crimes imputados a eles:
Mauro Cesar Cid, tenente-coronel, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro
Gabriela Santiago Ribeiro Cid, esposa de Mauro Cid
Gutemberg Reis de Oliveira, deputado federal pelo MDB-RJ
Luís Marcos dos Reis, sargento do Exército, ex-integrante da equipe de Mauro Cid
Farley Vinicius Alcântara, médico que teria envolvimento no esquema e sobrinho de Luís Marcos dos Reis
João Carlos de Sousa Brecha, secretário de Governo de Duque de Caxias (RJ)
Max Guilherme Machado de Moura, segurança de Bolsonaro
Sergio Rocha Cordeiro, segurança de Bolsonaro
Marcelo Costa Câmara, assessor especial de Bolsonaro
Eduardo Crespo Alves, militar
Ailton Gonçalves Moraes Barros, candidato a deputado estadual pelo PL-RJ em 2022
Camila Paulino Alves Soares, enfermeira que atuou na vacinação em Duque de Caxias, dona de login e senha usados para inserir dados de Gabriela Cid, consta como aplicadora das vacinas falsas
Claudia Helena Acosta Rodrigues da Silva, servidora de Duque de Caxias
Célia Serrano da Silva, secretária de Saúde de Duque de Caxias
Marcello Fernandes Holanda, ligado a Ailton, teria recebido dados da conta de Gabriela Cid e participado da inserção dos dados
Paulo Sérgio da Costa Ferreira, intermediário na tentativa de inserção de dados de Gabriela Cid
Foto reproduzida da Internet
Deixe uma resposta