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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

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Chico Buarque – Tua Cantiga

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The Who – My Generation

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Djavan – Eu Te Devoro

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Advogado alerta: Delatores da JBS podem ser assassinados

Está no Blog Falando Verdades

O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay, que representa a JBS, se disse surpreso com a transferência de dois de seus clientes: o empresário Joesley Batista e lobista Ricardo Saud; enquanto Joesley veio para São Paulo, Saud foi para uma ala da Papuda onde estão presos seis personagens que ele delatou; “um deles, inclusive, o jurou de morte”, diz o advogado; Kakay afirma que o Estado brasileiro é responsável pela segurança dos presidiários, mas alerta que eles delataram pessoas muito poderosas; confira o vídeo

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Sinatra e Jobim – Bossa Nova

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Vídeo: Moro diz que condenou Lula com base em sua “convicção” e pede para encerrar gravação

Está no Blog Falando Verdades

Moro afirmou ao responder uma pergunta de Lula que condenou Lula com base em sua convicção, no entanto não falou de provas e logo em seguida o mesmo pediu para que interrompesse gravação talvez por ter notado que deve ter cometido um ato falho ao dizer que condenou Lula por convicção, assista:

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Djavan e Caetano Veloso – Sina

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Compreenda melhor o por que de Palocci ter recuado em delatar o sistema financeiro e uma emissora de TV

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Caetano Veloso – Maluco Beleza

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Safadeza veio a público à revelia de Janot; que fique claro: ele não queria investigar nada!

por Reinaldo Azevedo no RedeTV News

Vamos parar de conversa mole. Se ficar evidenciado que o sr. Marcelo Miller participou da chamada “colaboração”, tem-se um vício de origem que anula toda a colaboração. E o sr. Rodrigo Janot sabe disso. Tanto sabe que o admitiu numa entrevista. Assistam ao trecho mais eloquente no vídeo acima:

E sabem o que é espantoso? Em Brasília, todo mundo já sabia de tudo. A atuação do sr. Marcelo Miller era considerada favas contadas. E, no entanto, o sr. Rodrigo Janot jamais determinou a abertura de uma investigação.

Não nos esqueçamos de que o ministro Gilmar Mendes levou a questão a seus pares no Supremo.

Transcrevo trecho da fala do ministro:

“O outro [caso], até agora sem resposta, é do procurador [Marcelo] Miller. Até as pedras de Brasília sabem que Sua Excelência foi o responsável pelo caso do Delcídio, pelo caso do Sérgio Machado e por este caso Joesley Batista, em que ele atuou dos dois lados, segundo a lena urbana. Nenhuma investigação aberta. Vejam: na primeira vez em que a procuradoria se envolve de uma maneira densa no combate à corrupção, dois procuradores caem”.

Ora, essa advertência de Mendes foi feita no dia 1º de agosto!

Qual foi a reação de Janot e dos procuradores da Lava Jato? Apelavam às redes sociais e a seus bate-paus na imprensa para demonizar o ministro.

Vamos ser claros? Por que é que se sabe, hoje em dia, de toda essa lambança? Porque a defesa do presidente da República fez o que a PGR se negou a fazer. Porque a defesa do presidente da República fez o que o Edson Fachin se negou a mandar fazer de moto próprio. Porque a defesa do presidente da República fez o que a esmagadora maioria da imprensa considerou irrelevante: A PERÍCIA NO GRAVADOR.

Foi essa perícia — que Janot deu como desnecessária mais de uma vez —, que indicou a existência de arquivos apagados. Quando ficou claro que a PF havia conseguido recuperá-los, Joesley, com receio de se complicar, entregou outros. E acabou enviando, por engano, a gravação-bomba.

“Ah, mas Janot poderia ter simplesmente ignorado, né? Então ele foi decente…” Sapo pula por necessidade, não por boniteza. Quando aquilo entrou na PGR, o procurador-geral nada mais poderia fazer. Ainda que decidisse se omitir, a coisa chegaria a mãos competentes cedo ou tarde — e poderia ser as da própria Raquel Dodge. E o procurador-geral estaria destruído. Poderia ir para a cadeia.

Não, senhores! Janot não tinha escolha não ser tornar a questão pública. Agora, ele está envolvido numa espécie de operação para redução de danos.

 

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