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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Coisas de jornalismo provinciano!

O Novo Jornal pautou ontem  um repórter fotográfico para fazer uma foto de um banner em homenagem ao presidente da FJA (Fundação José Augusto), órgão que lida com a cultura do governo do Rio Grande do Norte. Na pauta, apenas o fotógrafo, sem o repórter de texto. Qual a surpresa? A dita foto era de François Silvestre, que foi presidente da FJA ainda no primeiro governo Wilma de Faria (PSB).

Informado que a homenagem não era para François Silvestre, e sim para o atual presidente da FJA, jornalista, poeta e escritor Crispiniano Neto,  que conseguiu depois de anos de luta dos servidores da casa, implantar o Plano de Cargos, Carreiras e Salários, o fotógrafo mesmo assim, claro, cumpriu o seu trabalho, ou seja, de fazer a foto.

Hoje, logo cedo, novamente o Novo Jornal determinou que fosse feita a mesma pauta, só que com uma conotação diferente. Desta vez o fotógrafo acompanhado do repórter de texto. Objetivo: Ouvir Crispiniano Neto e saber se a homenagem se tratava de uma “armação”. Ocorre que a iniciativa da homenagem partiu de uma funcionária que também concedeu entrevista.

Fica a  pergunta: Será que se fosse para François Silvestre a homenagem, na interpretação do repórter, digo, do jornal,  seria espontânea? Sim, porque pela indagação do jornalista pareceu que a homemangem prestada pelos funcionários da FJA à Crispiniano Neto foi uma forsação de barra. Coisas de jornalismo provinciano!

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