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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral, Política

Contra a violência: pacto com governadores e prefeitos

Leio em O Globo que o futuro ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu ontem um pacto nacional contra a violência e o crime organizado. E informou que, com uma proposta em mãos, o governo federal convocará todos os governadores e, em um segundo momento, prefeitos, para firmar um acordo prevendo a integração e a ação coordenada das forças policiais. Os encontros ocorrerão nos primeiros dias de fevereiro de 2011:

– Não acredito em política de segurança pública saudável, correta e eficiente se não houver entendimento entre os entes federativos. Ou há entendimento, superando obstáculos, até disputas ideológicas e políticas, além de má compreensão das tarefas, ou ficaremos sempre cada um no seu campo, fazendo jogo divorciado, política dissociada.

Ele assegurou que o pacto não será “meramente retórico”. Descartou, pelo menos no momento, a discussão relativa à unificação das polícias. Cardozo frisou que é preferível buscar a integração das forças policiais. E disse que a proposta de pacto não é para ficar na promessa.

Análise da Notícia

Antes tarde do que nunca. Já era hora de se pensar efetivamente num pacto entre gosvernos federal, estaduais e municipais contra a violência que aflora neste país. A proposta do futuro ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, espera-se, deve ser colocada em prática o quanto antes. A sociedade não pode mais ficar refém dos bandidos que tomam conta principalmente das grandes cidades, mas que já atinge também capitais de porte médio. O câncer da violência tem que ser extirpado pela raiz enquanto ainda há tempo, antes que o Brasil vire um México com o tráfico de drogas matando e mutilando pessoas. Portanto, é preciso realmente haver um entendimento entre os governantes sobre a política de segurança a ser adotada neste país.

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