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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no g1
A defesa do presidente Jair Bolsonaro afirmou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que o discurso de Bolsonaro durante encontro com embaixadores não teve caráter eleitoral e que os ataques às urnas fazem parte de um “debate de ideias” para aprimorar o sistema de votação do país.
O encontro com embaixadores aconteceu no dia 18 de julho. Na ocasião, Bolsonaro recebeu embaixadores no Palácio da Alvorada, em Brasília, e repetiu sem provas suspeitas já desmentidas por órgãos oficiais sobre as eleições e a segurança das urnas eletrônicas.
Após a reunião, diversos partidos de oposição acionaram a Justiça, entre eles, PDT, Rede e PC do B e PT.
A manifestação dos advogados do presidente foi entregue à Corte Eleitoral nesta quinta-feira (28), atendendo à determinação do ministro Edson Fachin, presidente do tribunal. Neste domingo (24), o Partido Liberal (PL), partido ao qual o presidente Bolsonaro está filiado, também atendeu ao pedido do ministro e enviou uma manifestação em que afirmou que não houve propaganda eleitoral antecipada no encontro do presidente com embaixadores.
Na manifestação enviada nesta quinta (28), os advogados de Bolsonaro também negaram que houve propaganda antecipada na reunião com embaixadores, o que impediria punição da Justiça Eleitoral.
“Não há nos autos qualquer indício – e sequer alegação nesse sentido – de que o discurso tenha buscado angariar votos, prejudicar eventuais pré-candidatos concorrentes ou tentado influir, de qualquer forma, na escolha dos cidadãos no pleito de 2022. Não há, sequer em tese, qualquer tipo de lesão à igualdade entre os candidatos nas eleições gerais de 2022, que é a principiologia subjacente à punição por propaganda eleitoral extemporânea. Trata-se, à evidência, de indiferentes eleitorais”, completa.
A defesa de Bolsonaro disse ainda que a postura do presidente não significa que ele seja contra as regras do jogo eleitoral e nem que ele atue contra a democracia. Os advogados afirmaram que é legítimo Bolsonaro colocar suas dúvidas sobre o sistema.
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