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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Editorial

Paul Mc Cartney, o show

Dedico hoje o meu comentário ao megashow ocorrido neste domingo em São Paulo, mas precisamente no estádio do Morumbi completamente lotado e com um público em êxtase diante de um ex-beatle. Com uma banda impecável e uma produção milionária, Mc Cartney foi c0mpleto ao recordar músicas de sucesso dos quatro de Liverpool.

Queria eu estar lá, no meio da multidão e de preferência no gramado bem próximo ao palco comparado a um edifício de oito andares. Contudo, assisti o megashow pela televisão. Mas confortável, é certo, pois me dei ao luxo de assistir deitado na minha cama, mas nunca comparado a estar lá, vendo de perto o que restou da melhor banda do mundo, ouso dizer isso, embora admire os Rolling Stones, também da mesma época que os meninos de Liverpool.

Mas sem dúvida nenhuma o show produzido por Paul Mac Cartney e sua banda foi maravilhoso sob todos os aspectos. Um show para ninguém esquecer. Um show que relembrou os Beatles. Claro, faltou ele, John Lenon – morto – que pra mim foi a maior estrela da banda. Mas Paul é também admirável, mostrando simpatia e descontração.

Era criança quando os Beatles começaram a fazer sucesso nos ídos de 1960. Aliás, uma década rica em termos políticos, culturais e sociais. Uma década que mudou o mundo e que os meninos de Liverpool contribuíram muito pra isso com suas irreverências. Foi sem dúvida uma década revolucionária no mundo onde os Beatles representaram muito bem isso, com Lenon chegando a declarar que o grupo era mais conhecido do que a Rainha Elizabeth. E tinha razão!

Pois, bem, o show de Paul Mc Cartney e sua banda ontem em Sampa me fez recordar, ainda que criança, a época em que os Beatles revolucionaram o mundo com sua música. Música essa que vem passando de geração em geração. A prova maior disso foi o Morumbi completamente tomado por várias gerações.

Os fãs de Elvis Preley costumam dizer que “Elvis não morreu”. Eu digo: Os Beatles não acabaram!

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