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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
Em declaração conjunta assinada após reunião de líderes da América do Sul em Brasília nesta terça-feira (30), 11 presidentes sul-americanos afirmaram compromisso com a democracia e se comprometeram a trabalhar para integração regional e o incremento do comércio e investimentos entre os países.
O documento, chamado de “Consenso de Brasília”, foi endossado pelos presidentes:
“Reafirmaram a visão comum de que a América do Sul constitui uma região de paz e cooperação, baseada no diálogo e no respeito à diversidade dos nossos povos, comprometida com a democracia e os direitos humanos, o desenvolvimento sustentável e a justiça social, o Estado de direito e a estabilidade institucional, a defesa da soberania e a não interferência em assuntos internos”, diz trecho do texto.
Um dos temas que mais repercutiram neste dia de reunião dos líderes do continente foi a defesa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez da Venezuela e do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Lula chamou de “narrativas” as afirmações de que a Venezuela é uma ditadura. Nesta terça, os presidentes do Uruguai, Luis Lacalle Pou, e do Chile, Gabriel Boric, disseram que discordam da visão de Lula de que se trata de “narrativas”, e não da realidade.
Mais tarde, nesta terça, Lula voltou a defender Maduro e disse que “ninguém é obrigado a concordar com ninguém”.
Na declaração conjunta dos presidentes, os líderes reconhecem, porém, a “importância de manter um diálogo regular, com o propósito de impulsionar o processo de integração da América do Sul e projetar a voz da região no mundo”.
Comércio e investimentos
O documento diz que os presidentes se comprometeram a trabalhar para incrementar o comércio e os investimentos entre os países da região. Também pontua o compromisso dos líderes com a melhoria da infraestrutura e logística e o fortalecimento das cadeias de valor regionais.
Além disso, eles estabelecem como pactos:
Integração regional
O texto também diz que os chefes de governo da América do Sul decidiram criar um grupo de contato, liderado pelos representantes diplomáticos, para avaliar “experiências dos mecanismos sul-americanos de integração e a elaboração de um mapa do caminho para a integração da América do Sul, a ser submetido à consideração dos chefes de Estado”.
A declaração também aborda a integração regional da América do Sul como parte da solução de uma série de desafios:
Em discurso na abertura da cúpula, o presidente Lula defendeu a retomada de instrumentos de integração regional, como a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e a Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). Também defendeu criação de uma “moeda comum”.
No documento, os presidentes concordam em voltar a se reunir para “repassar o andamento das iniciativas de cooperação sul-americana e determinar os próximos passos a serem tomados”.
Também dizem ter concordado a “promover, desde já, iniciativas de cooperação sul-americana”.
O enfoque deverá ser o social e o de gênero, em “áreas que dizem respeito às necessidades imediatas dos cidadãos, em particular as pessoas em situação de vulnerabilidade, inclusive os povos indígenas”, tais como:
Foto: Ricardo Stuckert/PR
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