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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

Está no Correio Braziliense

Eleições 2010: Metade dos brasilienses não assiste ao horário político

Quando a propaganda eleitoral gratuita interrompe a programação, começa a enxurrada de promessas e a repetição de clichês como “você me conhece”, “juntos, vamos mudar Brasília”, “preciso do seu apoio”, “com ética e transparência, construiremos uma nova história”. Para ajudar a definir voto ou por pura curiosidade, apenas metade dos brasilienses não desliga a televisão ou o rádio no momento do horário eleitoral gratuito. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto CB Data, as propagandas políticas têm sido acompanhadas por 53% do eleitorado. Outros 43% dos entrevistados afirmam não assistir ou ouvir os políticos na TV e no rádio.

Há exatas três semanas, postulantes a uma vaga no Legislativo ou no Executivo ocupam por dia e todo dia — a única exceção são os domingos —, uma hora e quarenta minutos do tempo de rádio e TV(1). Será assim até o último dia deste mês, quando restarão 72 horas para o primeiro turno das eleições. Entre os que afirmaram ao CB Data que, sim, acompanham a propaganda eleitoral, 93% o fazem pela televisão. Apenas 5% dos entrevistados disseram ouvir os candidatos pelo rádio. Mesmo em poucos segundos, candidatos aproveitam o espaço garantido por lei para tentar emplacar slogans e músicas de campanha — inéditas, reinventadas ou copiadas de hits de sucesso — e, principalmente, para falar o nome e o número da candidatura quantas vezes for possível.

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