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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
O Supremo Tribunal Federal iniciou o julgamento do sexto bloco de denúncias contra acusados de participação nos atos de 8 de janeiro – quando foram depredadas as sedes dos Três Poderes.
Relator dos casos, o ministro Alexandre de Moraes votou pelo recebimento das 131 denúncias oferecidas pela Procuradoria-Geral da República contra os Incitadores e autores dos atos golpistas.
Até agora, o STF já recebeu denúncias e transformou em réus 1.045 envolvidos nos atos antidemocráticos. Ao todo, a PGR apontou ao STF indícios de crimes contra 1.390 investigados.
A análise da nova leva de denúncias ocorre no plenário virtual, formato de deliberação em que os ministros depositam seus votos na página eletrônica do tribunal, sem a necessidade de uma sessão presencial ou por videoconferência.
Os ministros avaliam caso a caso, ou seja, a situação dos acusados é analisada de forma individual. Se as denúncias forem recebidas, os acusados passam a responder a uma ação penal na Corte, em que poderão apresentar defesas e provas no curso do processo.
Julgamentos
Desde abril, o Supremo iniciou uma série de julgamentos sobre os pedidos de abertura de ação penal feitos pelo Ministério Público.
Até o momento, já foram concluídas as deliberações de cinco blocos:
Com os cinco julgamentos até o momento, o tribunal decidiu abrir ações penais contra 1.045 envolvidos nos atos antidemocráticos.
No Supremo, a expectativa é de que todas as denúncias estão julgadas até o início de junho.
Ainda cabem recursos contra a abertura de ações penais. Só após essa etapa é que as ações penais são efetivamente abertas e os acusados passam a ser réus.
Na sequência, o STF começa a produção de provas e tomada de depoimentos de testemunhas de defesa e acusação. Os réus serão interrogados. Após, o STF vai julgar se eles serão condenados ou absolvido. Não há prazo para isso.
Foto reproduzida da Internet
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