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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

por Alex Solnik, no Brasil 247
Flávio Bolsonaro deveria demitir seu time de marqueteiros, que bolou a “Operação Casa Branca”. A ideia foi um desastre. A operação fracassou.
Começou pela foto no Salão Oval. Para grande parte dos eleitores, a foto não existiu. Foi gerada por IA. Para os eleitores que acreditaram nela, ele apareceu como “mordomo” de Trump. Ou seja, um serviçal da Casa Branca, e não alguém que tenha influência sobre Trump.
Depois vieram as sanções. Apoiadas pelos dois irmãos. O efeito foi bumerangue. Em vez de atrapalhar Lula, o beneficiaram. Primeiro, porque foi uma decisão do governo americano. E não do brasileiro. Lula foi vítima. Os irmãos, que se amarraram a Trump, levaram a pior. Se eles apoiam Trump e Trump taxa o Brasil, não adianta vir com alegações. Por tabela, eles são a favor das taxas.
Flávio alegou que pediu para Trump não taxar. Isso também não o ajuda em nada. Mostra que ele não tem a influência que alega ter. Ou seja, se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come.
Se Trump quer eleger Flávio, o que eu não acho que seja o caso, está errando no alvo. Tudo isso — a foto, o terrorismo político e econômico — só joga água no moinho de Lula. E também acho que Lula não precisa se desgastar com ataques a Rubio e a Trump. Deveria agradecer. Às vezes, o silêncio funciona mais que atirar a torto e a direito.
* Alex Solnik, jornalista, é autor de “O dia em que conheci Brilhante Ustra” (Geração Editorial)
Foto: Redes Sociais/Flávio Bolsonaro
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