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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Deu no Jornal Nacional
A Organização Não-Governamental Transparência Internacional lançou uma campanha mundial, nesta semana, para chamar a atenção das pessoas contra a corrupção.
Dinheiro que compra contratos. Dinheiro que frauda licitações. Dinheiro que engorda a conta bancária de funcionários públicos, políticos, empresários e lobistas mundo afora.
A corrupção é uma doença crônica, que se espalha com facilidade e é muito difícil de se combater.
É exatamente com isso que a ONG Transparência Internacional quer acabar. A campanha ‘Unmask the corrupt, ‘desmascare o corrupto’, chegou nesta quinta-feira (11) ao Brasil.
O diretor geral da ONG diz que, de 1960 e 2012, saíram do Brasil ilegalmente mais de US$ 400 bilhões ou R$ 1 trilhão. Ou seja, o tamanho de toda a riqueza produzida na África do Sul em um ano.
A maior parte do dinheiro de propina foi depositada em contas de empresas abertas em paraísos fiscais, as chamadas offshore. Esse mecanismo financeiro é legal e é utilizado para se pagar menos impostos do que no país de origem.
“O problema é que essas companhias são usadas para esconder e roubar dinheiro”, diz o sul-africano Cobus de Swardt.
Para você ter uma ideia de como é fácil um corrupto esconder dinheiro em uma empresa offshore, numa empresa secreta, mundo afora, a Luciana, que é uma das coordenadoras da Transparência Internacional fez contato com uma empresa intermediaria que abre essas empresas offshore e, na conversa com o responsável pela empresa, ela perguntou onde seria mais seguro e mais rápido abrir esta empresa. E ele deu o nome da cidade de Has All Kaima, que fica nos Emirados Árabes Unidos, e ele fala inclusive, mais para frente, que se ela apresentar a documentação, que é apenas um passaporte, e pagar as taxas, em dois a três dias essa empresa já estará funcionando.
A campanha sugere cinco medidas:
Não pagar suborno;
Não receber;
Se engajar na luta contra a corrupção;
Denunciar abusos;
E não apoiar políticos corruptos.
“Os escândalos envolvendo a Petrobrás e, em São Paulo, o metrô e a CPTM são uma ótima oportunidade de se começar uma limpeza. Você teve uma multidão protestando nas ruas, você tem uma crise de verdade nas empresas e o mundo dizendo que o risco de fazer negócio com o Brasil aumentou. São ingredientes importantes para promover mudanças em grande escala”, diz o diretor da ONG.
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