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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
O deputado João Maia (PR-RN) novamente se vê em maus lençóis. A Superintendência da Polícia Federal no Rio Grande do Norte emitiu nota hoje desmentindo o parlamentar por declarações dada à imprensa.
Confira a nota na íntegra:
– Em razão de matéria publicada na mídia desta capital no último dia 14.01.2011, a Polícia Federal esclarece que por ocasião da prisão em flagrante do nacional GLEDSON GOLBERY DE ARAÚJO em 04.11.2010, incurso nos Arts. 317 e 333 do Código Penal foi apreendido em seu poder um cheque ao portador no valor de 700 mil reais, supostamente emitido pela pessoa de JOÃO DA SILVA MAIA.
Por força do que determina o art. 1º, VI, da Resolução 428, do Conselho da Justiça Federal, de 7 de abril de 2005, corroborada pela Nota 044/2005-SELP/CGCOR/COGER/DPF, o cheque em questão foi efetivamente depositado em conta à disposição do Juízo Federal, junto à Caixa Econômica Federal.
Vale ressaltar que o procedimento realizado foi devidamente documentado nos autos do Inquérito Policial nº 856/2010-SR/RN e encaminhado ao Juízo competente, sendo este o procedimento padrão adotado em casos de igual natureza.
A respectiva Guia de Depósito Judicial à Ordem da Justiça Federal, junto à CEF, encontra-se acostada nos autos do Inquérito já mencionado e objeto de ação penal promovida pelo MPF perante a JF, com acesso disponível a todos os envolvidos e interessados. (veja fotocópia acima)
Sobre a existência ou inexistência de fundos para pagamento do cheque questionado, a informação não foi encaminhada oficialmente à PF pela instituição financeira responsável pela conta do emitente.
Por fim, uma análise superficial dos autos deixa claro o procedimento transparente e dentro da lei adotado pela Polícia Federal não dando margem a quaisquer outras insinuações em contrário.
Obs do blog: De acordo com a reportagem do Novo Jornal, depois de apreender um cheque assinado pelo deputado federal João Maia, no valor de R$ 700 mil que estava com Gledson Maia no momento em que o engenheiro do Dnit foi preso, a Polícia Federal, nominou o cheque à instituição, na época da apreensão, e tentou descontar no Banco do Brasil, segundo acusação feita pelo presidente regional do PR, deputado João Maia, e publicada no último dia 14 pelo matutino. A explicação de Maia para o tal cheque: “Seria a parte cômica da história se não fosse trágica. O gerente do Banco do Brasil me ligou perguntando se eu tinha dado um cheque sem fundo para a Polícia Federal. E eu disse que se nunca tinha dado cheque sem fundo para ninguém na minha vida, não seria para a PF o primeiro, não é?”(risos).
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