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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

PM dá ultimato para permissionários de alternativos deixarem prefeitura

Está no G1 RN

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte deu um prazo de duas horas – contar a partir das 9h45 desta quinta-feira (25) – para os permissionários do transporte alternativo que ocupam o palácio Felipe Camarão, sede da prefeitura de Natal, deixarem o prédio. Um coronel da PM e um oficial de Justiça citaram os invasores e pediram que eles deixem o prédio pacificamente.

O Sindicato dos Proprietários de Transportes Alternativos de Passageiros do Rio Grande do Norte (Sitoparn), Nivaldo Andrade, disse que a categoria irá resistir. “Não vamos sair enquanto não tivermos nossa pauta atendida pela prefeitura. Não queremos o confronto, apenas os nossos direitos”, falou.

A reintegração de posse foi expedida nesta quarta (24) pelo juiz da 3ª vara da Fazenda Pública de Natal, Geraldo Antônio da Mota. Os motoristas estacionaram os alternativos na frente do prédio e o trânsito na rua Ulysses Caldas continua interditado.

Na pauta de reivindicações dos permissionários constam três pontos: a bilhetagem unificada, redução do preço da passagem de ônibus de R$ 2,20 para R$ 2 e a inclusão do transporte alternativo no projeto de lei que trata da licitação do transporte público da capital potiguar.

Os permissionários afirmaram, ainda na manhã desta quarta, que só deixarão o prédio quando as reivindicações forem atendidas. Já o Executivo municipal, por meio do secretário geral do Gabinete Civil, Sávio Hackradt, disse que não é possível atender as exigências.

A decisão de reintegração de posse foi assinada pelo juiz da 3ª vara da Fazenda Pública de Natal, Geraldo Antônio da Mota, a pedido da Procuradoria Geral do Município. Na decisão, o magistrado ressalta que a reintegração “deve ser promovida com absoluta cautela, com a presença obrigatória do comandante geral da Polícia Militar”, de maneira a viabilizar o cumprimento da ordem e evitar excessos em sua execução. Mota determinou “urgência” no cumprimento da decisão.

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