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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta segunda-feira (2) para liberar o pagamento das emendas parlamentares, que estavam suspensas desde agosto deste ano. A decisão ocorre em uma sessão virtual convocada pelo presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, para analisar a decisão do ministro Flávio Dino.
Até a última atualização desta reportagem, o placar estava em 8 a 0 a favor da liberação. Ainda faltam os votos de 3 ministros.
A suspensão das emendas, determinadas anteriormente por Dino, foi motivada por questionamentos sobre a falta de transparência na aplicação dos recursos. A decisão atual, no entanto, inclui uma série de ressalvas para garantir maior controle sobre os repasses, como a obrigatoriedade de planos de trabalho aprovados previamente para as chamadas “emendas PIX”.
Transparência
As emendas parlamentares representam uma reserva dentro do orçamento federal usada por deputados e senadores para destinar recursos às suas bases eleitorais. Contudo, as emendas, principalmente as de transferência especial — conhecidas como “emendas PIX” —, vinham sendo criticadas por falta de rastreabilidade e clareza no uso do dinheiro.
De acordo com o ministro Flávio Dino, os repasses acumulados entre 2019 e 2024 somaram R$ 186,3 bilhões, um crescimento exponencial que, segundo ele, causou “desarranjo institucional com tanto dinheiro público, em tão poucos anos.” Dino estabeleceu que os repasses só poderão ocorrer caso sigam regras de transparência e rastreamento, sob monitoramento da Controladoria-Geral da União (CGU).
Ressalvas e novas regras
A decisão de Dino, agora referendada pela maioria dos ministros do STF, estabelece os seguintes critérios:
A nova lei e o futuro das emendas
Uma nova lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em novembro prevê que as emendas sejam priorizadas para o custeio de políticas públicas, estabelecendo regras mais rígidas de planejamento e execução. A lista de projetos prioritários deverá ser publicada até setembro de cada ano, contendo estimativas de custo e critérios de seleção.
Essa mudança, articulada entre Executivo e Legislativo, buscava convencer o STF a liberar os recursos, atendendo às exigências de transparência feitas pela Corte em decisões anteriores.
Foto reproduzida da Internet
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