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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Geral

Trabalho de gestão vem mostrando resultados concretos no Walfredo Gurgel

unnamed (24)O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG), em Natal, vem implantando nos últimos dois anos uma série de ações que, continuamente, tem mudado a cara da maior unidade de saúde para atendimento do trauma em todo o Rio Grande do Norte (RN). Começando com a adesão ao Programa SOS Emergência, até a recente realização da I Oficina de Construção do Plano de Ação para o Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar (NAQH), o Walfredo Gurgel tem conseguido, inclusive, reduzir o número de macas nos corredores.

Na manhã desta sexta-feira (26), por exemplo, apenas sete pacientes permaneciam na área de circulação do atendimento clínico. Há dias, porém, como na última semana, em que o corredor fica completamente sem macas.

“Tudo que está acontecendo neste hospital é fruto de um trabalho árduo e contínuo de dois anos. É a concretização de várias ações, de várias mãos, da disposição e da fé de servidores que vestem a camisa deste hospital. E isso nos enche de orgulho. Já chegamos a ter mais de 100 pacientes nos corredores. Temos mantido uma média de 20 a 25. Hoje temos sete. E isso para nós é uma vitória”, afirma a diretora geral do HMWG, Maria de Fátima Pereira Pinheiro.

A palavra da diretora faz referência a ações como a inclusão do Walfredo Gurgel ao Programa SOS Emergência do Ministério da Saúde (MS). Desde que foi oficialmente aderido ao SOS, os diretores e chefes do hospital tem sido qualificados com cursos e pós-graduações em gestão hospitalar.

Faz referência ainda a composição de uma equipe multidisciplinar para acompanhamento diário do quadro de evolução dos pacientes e que percorre corredores, salas de observação, Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) e os cinco pavimentos de enfermaria, realizando a desospitalização responsável. Pacientes com quadro estável de saúde são encaminhados para seu hospital de origem, ou transferidos para unidades de saúde menos complexas, a fim de receberem o tratamento adequado e diminuir a sobrecarga de trabalho das equipes assistenciais no Pronto Socorro Clóvis Sarinho (PSCS).

Dentre os serviços que compõem o Walfredo Gurgel, o Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD), através da busca ativa, identifica pacientes que se enquadram no perfil exigido pelo Ministério da Saúde (MS), transferem e tratam destes doentes dentro de sua própria residência. Além dos recursos médicos hospitalares, também são disponibilizadas equipes multiprofissionais.

Mais recentemente, na primeira semana de junho, uma oficina para a construção do plano de ação do Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar (NAQH), traçou uma série de medidas que irão nortear os trabalhos do grupo até 2016. Mais uma vez, o objetivo maior é a qualificação da assistência no hospital.

Diante de tanto trabalho, Fatima acredita que “se essas ferramentas e ações fossem utilizadas em outros hospitais, talvez o Walfredo Gurgel não tivesse, já há algum tempo, macas nos corredores”.

Outra ferramenta de gestão a mostrar resultados positivos no hospital foi o kanban.  A placa de sinalização que mostra há quantos dias determinado paciente permanece no hospital, também indica – de acordo com o tempo passado – qual o problema que está impedindo a continuidade da assistência necessária ao tratamento ou até a alta. Esta foi a primeira ação implantada pelo Programa SOS Emergência e, desde então, continua contribuindo para a qualificação da gestão hospitalar.

Neste universo de trabalho conjunto, a diretora destaca que “a Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap) tem sido de fundamental importância neste momento do Walfredo Gurgel. A abertura dos leitos de retaguarda no Hospital da Polícia Militar e no Hospital João Machado, só para citar dois exemplos, tem nos dado um suporte fundamental para manter os corredores controlados”, afirma Fátima.

Fátima Pereira sabe que, apesar dos dois anos de trabalho estarem mostrando os resultados esperados, muito mais ainda há de ser feito. “Estamos apenas começando. É um trabalho de formiguinha mesmo. Temos, todo dia, de fazer nosso dever de casa. Mas, graças a Deus, neste tempo construímos um grupo coeso que se entende e que olha na mesma direção. Estamos sim, no começo, mas já estamos muito orgulhosos do que já construímos até aqui”, finaliza a diretora. (Com foto e informação da ascom da Sesap)

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