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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no Brasil 247
A possibilidade de uma aliança nacional entre o Progressistas (PP) e o Partido Liberal (PL) para a disputa presidencial sofreu um forte abalo após a reação do senador Flávio Bolsonaro (Ll-RJ), pré-candidato à Presidência da República, à operação da Polícia Federal que teve como alvo o senador Ciro Nogueira (PI)., presidente nacional do PP.
Segundo interlocutores ouvidos pela CNN Brasil, o posicionamento de Flávio Bolsonaro gerou insatisfação na cúpula do Progressistas e aprofundou o desgaste na relação com Ciro Nogueira. Lideranças próximas ao senador afirmam que a proximidade política entre os dois, antes considerada estratégica para a construção de uma frente eleitoral, foi seriamente comprometida.
Nos últimos meses, o PP vinha avançando nas conversas para integrar uma chapa presidencial liderada pelo PL. Entre as possibilidades discutidas estava a indicação do candidato a vice-presidente pelo partido. A articulação também poderia ampliar significativamente o tempo de propaganda eleitoral gratuita da coligação, fortalecendo o projeto eleitoral de Flávio Bolsonaro.
No entanto, o cenário mudou após a operação da Polícia Federal que investigou o suposto envolvimento de Ciro Nogueira com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o escândalo relacionado ao Banco Master. De acordo com aliados do senador, a reação do pré-candidato do PL foi considerada inadequada e destoou da postura adotada por outras lideranças políticas.
Integrantes do entorno de Ciro avaliam que o senador demonstrou lealdade ao permanecer na oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto esperava tratamento semelhante por parte de aliados em momentos de dificuldade política. Entre os apoiadores do parlamentar, o entendimento é de que o posicionamento de Flávio Bolsonaro foi o mais duro entre as principais lideranças do campo oposicionista.
Outros nomes influentes da política nacional, como Valdemar Costa Neto, presidente do PL, e o ex-presidente Michel Temer (MDB), teriam adotado uma postura mais cautelosa diante do episódio, segundo as fontes citadas pela reportagem.
Diante da crise, ganha força dentro do Progressistas a defesa de uma posição de neutralidade na corrida presidencial. Embora essa alternativa sempre tenha sido considerada por setores do partido, o avanço das negociações com o PL havia reduzido sua força nos últimos meses. Agora, o cenário voltou a ser debatido internamente.
Além do desgaste entre as lideranças nacionais, dirigentes do PP também apontam que as diferentes realidades políticas nos estados dificultam uma decisão uniforme sobre o apoio a uma candidatura presidencial.
A definição oficial da estratégia eleitoral do Progressistas deverá ocorrer durante a convenção nacional da legenda. Até lá, a direção partidária seguirá discutindo os rumos da sigla e a viabilidade de alianças para a disputa.
Do lado do PL, interlocutores de Flávio Bolsonaro afirmam que o partido já possui o maior tempo de televisão entre os pré-candidatos à Presidência. Aliados do senador também disseram à CNN Brasil que, neste momento, as discussões sobre composição de chapa e alianças partidárias não estão entre as prioridades da campanha.
Procurado pela reportagem, Ciro Nogueira não se pronunciou sobre o caso.
Foto reproduzida da Internet
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