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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Está no g1
Os eventos do bicentenário da Independência neste 7 de Setembro foram marcados por atos em tom de campanha protagonizados por Jair Bolsonaro (PL), que tenta a reeleição; manifestações de apoiadores do presidente, que empunharam faixas com dizeres antidemocráticos; e um desfile militar comemorativo na Esplanada dos Ministérios com presença dos presidentes de Portugal, Cabo Verde e Guiné-Bissau.
Em suas duas aparições públicas após o ato oficial – a primeira, na manhã da quarta-feira (7), em Brasília, e a segunda, à tarde, no Rio –, Bolsonaro usou a data para promover comícios diante de milhares de pessoas e fez discursos nos quais:
Na noite da quarta, o presidente Bolsonaro ainda publicou uma série de nove posts no Twitter para falar sobre a data.
“Hoje, mais do que nunca, pudemos assistir e sentir o despertar do patriotismo e do profundo amor pelo Brasil. As ruas foram tomadas pelas cores de nossa linda bandeira e nosso glorioso hino nacional foi cantado por milhões de homens e mulheres, de todas idades, classes e cores”, disse na primeira mensagem.
Em outra, escreveu: “O Brasil era impossível, mas se tornou real: somos um milagre em forma de nação” (leia mais ao final desta reportagem).
Na cerimônia oficial, que ocorreu no início da manhã na Esplanada, o presidente assistiu ao desfile acompanhado por militares e por Luciano Hang, um dos empresários bolsonaristas que, no final de agosto, foram alvo de mandados de busca e apreensão por compartilharem mensagens golpistas em um grupo de WhatsApp. Ao lado de Bolsonaro, estava ainda o pastor Silas Malafaia, que à tarde participou do ato em Copacabana.
Mesmo convidados, estiveram ausentes do desfile na capital federal os presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG); da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PL-AL); e do STF, Luiz Fux.
Depois da cerimônia, Bolsonaro discursou em um trio elétrico em uma manifestação organizada por seus apoiadores, na outra faixa da Esplanada. Ao lado da primeira-dama, do candidato a vice, Braga Netto, e de empresários aliados, o presidente mencionou diretamente o dia da eleição, 2 de outubro.
Após as manifestações, outros candidatos à Presidência repudiaram o uso da data para campanha eleitoral e criticaram as falas de Bolsonaro.
Reação de presidenciáveis
Outros candidatos à Presidência criticaram as declarações de Bolsonaro ao longo do dia.
Lula divulgou um vídeo nas redes sociais um vídeo no qual reagiu aos termos “ladrão” e “quadrilheiro” usados pelo presidente no discurso no Rio. “[…] Ele deveria estar explicando para o povo como é que a família juntou R$ 26 milhões em dinheiro vivo para comprar 51 imóveis. É isso que ele tem que explicar”, afirmou o petista.
Em campanha por cidades históricas de Minas Gerais, Ciro Gomes (PDT) afirmou que um “presidente imbecil e criminoso” transformou um ato cívico em um comício com milhões de recursos públicos envolvidos.
Já Simone Tebet (MDB), que estava em campanha pelo interior paulista, classificou como “lamentável” uma das falas de Bolsonaro e disse: “Nós vamos tirá-lo da Presidência da República porque está fazendo mal par ao Brasil”.
Foto reproduzida da Internet
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