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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
por Carlos Alberto Barbosa
Como se não bastasse o fato de que praticamente em cada esquina existe um semáforo em Natal, os nossos engenheiros de trânsito acharam adequado colocar mais um sinal numa via que poderia ser de desafogo, mas com tantos sinais, acaba prejudicando o fluxo de veículos. Não quero me deter na suposta denúncia, como diz o vídeo acima, de que a tal padaria é do prefeito Álvaro Dias, mas sendo ou não dele não cabe um sinal de trânsito a mais sem nenhuma utilidade, a menos que seja uma “ordem”, ou seja, pra servir algum interesse particular, o que é mais grave ainda.
Natal, capital do Rio Grande do Norte, cresceu, mas parece que continua cultuando ares provincianos. Esta semana a prefeitura achando pouco, colocou mais um semáforo na avenida Hermes da Fonseca, uma das mais movimentadas da cidade a cerca de 500 metros de onde já existe um outro sinal, próximo ao 16º Batalhão de Infantaria Motorizado. E o pior, pra beneficiar um estabelecimento comercial – uma padaria – que fica bem em frente ao sinal.
Alô prefeito Álvaro Dias, você que pretende se candidatar a reeleição no próximo ano, determine a STTU a retirada deste semáforo que só está prejudicando o trânsito. Ao invés disso, mande recapear a avenida Hermes da Fonseca no trecho que vai desde a avenida Alexandrino de Alencar, no Tirol, até a Praça das Flores em Petrópolis, porque o serviço de tapa buraco que foi realizado pela prefeitura teve um efeito sonrisal após as chuvas, ou seja, o asfalto se dissolveu e a Hermes da Fonseca mais parece um queijo suíço.
E se você é mesmo dono do estabelecimento ou ao menos sócio, mais um motivo para determinar a retirada do sinal. O Sr não é prefeito de uma província onde tudo pode. O Sr, Álvaro Dias, é prefeito de uma capital do Nordeste com uma população que já ultrapassa os 850 mil habitantes, além de ser uma cidade turística. Pense na coletividade, independente do Sr ser o dono ou sócio dessa padaria. O que se questiona aqui é o fato de um semáforo ser colocado a 500 metros de outro, numa via de grande tráfego, sem a menor necessidade, apenas para servir a interesses de outros.
Alô, alô, prefeito Álvaro Dias!
Está no site Brasil 247
Em um vídeo sem data, gravado antes das eleições, que voltou a circular nas redes sociais diante da crise da Amazônia, Jair Bolsonaro chama o Brasil de “lixo” e afirma que “só uma pessoa que não tem qualquer cultura diz que a Amazônia é nossa. Não é mais nossa”. Na sequência, depois de uma menção negativa aos hatianos, completa: “eu nunca vi japonês pedindo esmola; é uma raça que tem vergonha na cara”.
“Eu vejo imbecis dizendo: ‘Olha a França, que coisa linda, uma seleção multirracial. Vamos colocar 10 milhões aqui de venezuelanos ou do pessoal do norte da África pra ser campeão quem sabe em 2022 ou 2026. Que legal. A gente bota mais 20 milhões aqui dentro, com uma política completamente diferente, como encheram de haitiano em São Paulo”, diz Bolsonaro.
O presidente fazia alusão à seleção de futebol da França, que conta com vários jogadores imigrantes.
E completa: “eu nunca vi japonês pedindo esmola; é uma raça que tem vergonha na cara”.
“No plenário, um petralha gritou: ‘Se fosse da Suécia, você não estava criticando’. Eu falei: Imbecil, tu acha que o da Suécia vai querer vir pra esse lixo aqui?”, declarou Bolsonaro, se referindo ao Brasil.
Os governo brasileiro e francês etão em crise diplomática por causa do desmatamento acelarado da Amazônia. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) havia alertado que a destruição em junho cresceu 88% e em julho 278% na comparação com iguais períodos de 2018.
O presidente da França chamou Bolsonaro de mentiroso em relação a compromissos ambientais. O ocupante do Planalto afirmou que só volta a falr com Macron depois que o europeu se retratar.
O mandatário brasileiro classificou o francês como um político de “esquerda” – Macron é, na verdade, de centro-direita. “Essa inverdade do Macron ganhou força porque ele é de esquerda e eu sou de centro-direita”, disse Bolsonaro.
Está no site Brasil 247
Jair Bolsonaro foi alvo de panelaços em vários pontos do País na noite desta sexta-feira (23), durante pronunciamento em rede de televisão em que falou sobre a devastação da Floresta Amazônica por conta de incêndios e desmatamentos.
O motivo é a política ambiental destrutiva e negligente de Bolsonaro que vem provocando a destruição da Floresta Amazônica, que arde em chamas por conta das crescentes queimadas em seu governo.
O clima de indignação generalizada contra o governo é o mesmo que pode ser observado entre 2015 e 2016. O movimento levou a um clamor popular que chancelou o processo de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.
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