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Baú de um Repórter

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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

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Quem conhece a verdade não vota #Nele

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Empresa britânica que atuou na campanha de Trump usando fake news está trabalhando para o candidato ultra-direitista à Presidência do Brasil

Em 2016 , a campanha de Donald Trump foi acusada de manipular a opinião pública dos EUA através de fake news. O escândalo ficou conhecido por envolver dados pessoais coletados através do Facebook por uma empresa chamada Cambridge Analytica que está atuando na campanha do candidato à Presidência do Brasil, o ultra-direitista Jair Bosonaro. Veja e ouça o vídeo acima atentamente.

Coincidência ou não, na semana passada o Facebook informou que os hackers responsáveis por um ataque à rede social descoberto em setembro tiveram acesso às contas de cerca de 29 milhões de pessoas e roubaram nome e detalhes de contato dos usuários.

A empresa informou no dia 28 de setembro que os hackers haviam roubado códigos de acesso digital, permitindo o acesso a quase 50 milhões de contas de usuários, mas não confirmou, na época, se as informações haviam sido realmente roubadas.

Em nota, a empresa disse que, em 15 milhões de contas, os invasores acessaram nomes e detalhes de contato (incluindo número de telefone, e-mail ou ambos), dependendo do que os indivíduos tinham em seus perfis.

Em outras 14 milhões de contas, os hackers também acessaram outros detalhes, incluindo nome de usuário, gênero, localidade/idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados ​​para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos 10 locais onde estiveram ou em que foram marcados (Confira na íntegra o comunicado oficial).

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49 anos após seu pai ter os direitos políticos cassados, Carlos Eduardo Alves, sobe num palanque ao lado de um general. Isso me faz lembrar “Blowin`In The wind”

A ganância pelo poder não tem limites, ainda mais quando não se tem um projeto de governo, mas sim um projeto de poder para manter viva a chama de uma oligarquia que há mais de cinquenta anos se reveza no poder no Rio Grande do Norte com adversários oligarcas, também. Falo do ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), que agora no segundo turno na disputa direta com a candidata do PT, Fátima Bezerra, faz de tudo para conquistar votos, inclusive, rasgando a bandeira de centro-esquerda do seu partido, o PDT, que já anunciou apoio a Fernando Haddad (PT), para presidente. Carlos Eduardo Alves está apoiando o candidato de ultra-direita à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL). Portanto, 49 anos após seu pai – Agnelo Alves, já falecido – ter os direitos políticos cassados, Carlos Eduardo Alves, sob num palanque ao lado de um general para apoiar o capitão da reserva Bolsonaro.

Este final de semana Carlos Eduardo Alves recebeu em seu palanque o general Girão, após uma carreata em Natal. Aliás, as movimentações de Carlos Eduardo Alves não estão sendo em nome dele, e sim em nome do ultra-direitista Jair Bolsonaro, na tentativa de ganhar apoios de eleitores que votam no capitão da reserva. Não custa recordar que o candidato que Carlos Eduardo Alves vai apoiar para presidente diz coisas absurdas como “o único problema da tortura na ditadura é porque não matou”, “tive quatro homens depois dei uma fraquejada e veio uma mulher”, “você não merece ser estuprada porque é feia”, “mulher tem que ganhar menos porque engravida”, “quilombolas não servem nem para procriar”, entre outras atrocidades, como “nordestino só serve para votar”.

Certamente possamos encontrar as respostas para essa atitude de Carlos Eduardo Alves, quando esquece que seu pai – Agnelo Alves – teve os direitos políticos cassados pela ditadura militar, na famosa música “Blowin`In The wind”, de Bob Dylan e seu atemporal rock de protesto. Afinal, ‘quantos anos algumas pessoas podem existir até que permitam ser livres? Sim, e quantas mortes causará até saber que outras morreram? E quantas vezes um homem pode virar  a sua cabeça e fingir que ele simplesmente não vê? A resposta meu amigo está soprando ao vento”.

E como bem disse o eterno Pink Floid, Roger Walter, “o vento nos sopra que combater o nazismo, o fascismo e toda a forma de violência ainda é preciso, pois a paz ainda não venceu a guerra”. E completa: “Não é tempo para silêncios”

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Isto não é um poema! Perfeito Arnaldo Antunes

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Boulos arrasta multidão em São Paulo e desmascara Bolsonaro

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Leandro Karnal: `Não é possível cultivar o ódio e se dizer cristão´

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John Lenon & Plastic Ono Band – Give Peace A Chance

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Eleitores de Bolsonaro postam foto e gravam vídeo com armas na urna

Está na Revista Fórum

Alguns eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) estão levando para a cabine de votação armas de fogo. Além disso, ainda fotografam e gravam vídeos dos revólveres (veja acima). Ou seja, tudo que a justiça eleitoral não permite, caracterizando crime eleitoral. Essas imagens estão viralizando nos grupos de apoiadores do candidato militar.

Uma das imagens mostra um revólver em cima da urna eletrônica. O local é a Escola Estadual Professor Mauricio Brum, que fica em São João do Meriti, no Rio de Janeiro. No vídeo, um homem vota teclando os números de Bolsonaro com o cano da arma.

A atitude de fotografar e filmar a cabine de votação, e ainda com armas, foi uma resposta dos apoiadores de Bolsonaro a um apelo de seu filho, Eduardo Bolsonaro, candidato a deputado federal pelo PSL. Ele pediu, em suas redes sociais, para que os eleitores do pai gravem e filmem ao vivo seus locais de votação, o que é crime eleitoral.

A Lei Eleitoral 4737/65 proíbe que se tire qualquer tipo de foto ou grave vídeos durante a votação, incluindo fotos da urna e selfies na cabine.

Mesmo assim, Eduardo Bolsonaro postou: “Prezados, em caso de problemas com a urna filmem, de preferência gravem lives e falem o estado zona e seção onde está ocorrendo o problema”.

 

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Pra quem não conhece, Bolsonaro em 5 minutos

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Alceu Valença e Orquestra Ouro Preto – Anunciação

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