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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Coincidência ou não, na semana passada o Facebook informou que os hackers responsáveis por um ataque à rede social descoberto em setembro tiveram acesso às contas de cerca de 29 milhões de pessoas e roubaram nome e detalhes de contato dos usuários.
A empresa informou no dia 28 de setembro que os hackers haviam roubado códigos de acesso digital, permitindo o acesso a quase 50 milhões de contas de usuários, mas não confirmou, na época, se as informações haviam sido realmente roubadas.
Em nota, a empresa disse que, em 15 milhões de contas, os invasores acessaram nomes e detalhes de contato (incluindo número de telefone, e-mail ou ambos), dependendo do que os indivíduos tinham em seus perfis.
Em outras 14 milhões de contas, os hackers também acessaram outros detalhes, incluindo nome de usuário, gênero, localidade/idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos 10 locais onde estiveram ou em que foram marcados (Confira na íntegra o comunicado oficial).
Este final de semana Carlos Eduardo Alves recebeu em seu palanque o general Girão, após uma carreata em Natal. Aliás, as movimentações de Carlos Eduardo Alves não estão sendo em nome dele, e sim em nome do ultra-direitista Jair Bolsonaro, na tentativa de ganhar apoios de eleitores que votam no capitão da reserva. Não custa recordar que o candidato que Carlos Eduardo Alves vai apoiar para presidente diz coisas absurdas como “o único problema da tortura na ditadura é porque não matou”, “tive quatro homens depois dei uma fraquejada e veio uma mulher”, “você não merece ser estuprada porque é feia”, “mulher tem que ganhar menos porque engravida”, “quilombolas não servem nem para procriar”, entre outras atrocidades, como “nordestino só serve para votar”.
Certamente possamos encontrar as respostas para essa atitude de Carlos Eduardo Alves, quando esquece que seu pai – Agnelo Alves – teve os direitos políticos cassados pela ditadura militar, na famosa música “Blowin`In The wind”, de Bob Dylan e seu atemporal rock de protesto. Afinal, ‘quantos anos algumas pessoas podem existir até que permitam ser livres? Sim, e quantas mortes causará até saber que outras morreram? E quantas vezes um homem pode virar a sua cabeça e fingir que ele simplesmente não vê? A resposta meu amigo está soprando ao vento”.
E como bem disse o eterno Pink Floid, Roger Walter, “o vento nos sopra que combater o nazismo, o fascismo e toda a forma de violência ainda é preciso, pois a paz ainda não venceu a guerra”. E completa: “Não é tempo para silêncios”
Está na Revista Fórum
Alguns eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) estão levando para a cabine de votação armas de fogo. Além disso, ainda fotografam e gravam vídeos dos revólveres (veja acima). Ou seja, tudo que a justiça eleitoral não permite, caracterizando crime eleitoral. Essas imagens estão viralizando nos grupos de apoiadores do candidato militar.
A atitude de fotografar e filmar a cabine de votação, e ainda com armas, foi uma resposta dos apoiadores de Bolsonaro a um apelo de seu filho, Eduardo Bolsonaro, candidato a deputado federal pelo PSL. Ele pediu, em suas redes sociais, para que os eleitores do pai gravem e filmem ao vivo seus locais de votação, o que é crime eleitoral.
A Lei Eleitoral 4737/65 proíbe que se tire qualquer tipo de foto ou grave vídeos durante a votação, incluindo fotos da urna e selfies na cabine.
Mesmo assim, Eduardo Bolsonaro postou: “Prezados, em caso de problemas com a urna filmem, de preferência gravem lives e falem o estado zona e seção onde está ocorrendo o problema”.