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Coletânea de Causos
Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.
Está no Valor Econômico
Durante mais de quatro horas, em depoimento à CPI da Petrobras no Senado, o ex-diretor de abastecimento e refino da Petrobras Paulo Roberto Costa tentou afastar todas as acusações contra sua atuação na estatal e seu relacionamento com o doleiro Alberto Youssef.
“A Petrobras não é uma empresa bandida e não tem bandidos em seus quadros”, afirmou. “Acusação de que eu seria o líder de uma organização criminosa é uma falácia”, acrescentou Costa.
Ao fim da sessão, Costa saiu sem falar com a imprensa. Ainda não há uma data confirmada para que ele preste depoimento à CPI mista da Petrobras, mas segundo seu advogado, Nélio Machado, Costa está à disposição para retornar ao Congresso.
Dólares
Costa afirmou que os cerca de US$ 180 mil dólares em espécie que foram apreendidos em sua casa pela Polícia Federal nunca foram declarados em seu Imposto de Renda.
Costa disse que o dinheiro é uma economia que fazia em todos os seus anos de trabalho e que não havia nenhuma irregularidade de procedência. Sobre os demais R$ 762 mil encontrados em dinheiro vivo, disse que se tratava de um empréstimo feito com um amigo e que esta quantia está em sua declaração. O dinheiro, voltou a dizer, seria usado para pagar suas contas.
Costa disse que não é nenhum “homem-bomba da Petrobras” e que as investigações podem ir até a estatal e levantar o que quiserem. “Não vão encontrar nenhuma irregularidade”, voltou a dizer.
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