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Coletânea de Causos

Que causos são esses, Barbosa?

Incentivado por amigos resolvi escrever também causos particulares vivenciados ao longo dos anos. Alguns relatos são hilários, e dignos de levar ao programa Que História é Essa, Porchat. Seguem os causos em forma de coletânea.

Política

TSE firma acordo com mais um organismo internacional para acompanhar eleições de outubro

Está no g1

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou nesta terça-feira (2) um acordo com a Missão de Observação Eleitoral da União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) para que o órgão acompanhe as eleições de outubro deste ano.

Pelo TSE, o acordo foi assinado pelo presidente do tribunal, ministro Luiz Edson Fachin, e pelo vice-presidente, Alexandre de Moraes, que comandará o TSE durante as eleições.

A Uniore é o terceiro organismo internacional a assinar esse tipo de acordo com o TSE. Também já fecharam parceria com o tribunal:

  • Organização dos Estados Americanos (OEA), que já enviou observadores para as eleições de 2018 e 2020;
  • Parlamento do Mercosul (Parlasul), organismo que representa os interesses das nações que compõem o bloco (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai).

A assinatura desses acordos com organismos internacionais acontecem em meio aos frequentes ataques do presidente Jair Bolsonaro e de seus apoiadores às urnas eletrônicas e ao processo eleitoral.

Sem jamais terem apresentado qualquer tipo de prova, Bolsonaro e aliados atacam o sistema repetindo acusações já desmentidas pelos órgãos oficiais.

Reação em defesa das urnas

Diante desse cenário de ataques por parte do governo às urnas, representantes dos poderes Judiciário e Legislativo têm feito enfáticas defesas do processo eleitoral brasileiro.

Edson Fachin, por exemplo, tem reiterado que as urnas são confiáveis e que o processo eleitoral é seguro; que ataques ao sistema partem de quem defende interesses próprios; e que é preciso a comunidade internacional ficar “alerta” aos ataques às urnas.

Na mesma linha, os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), têm defendido as urnas e a lisura do processo eleitoral no país.

Além disso, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, também tem reiterado que o sistema brasileiro de votação é um dos mais confiáveis do mundo.

Acordo com a Uniore

Em maio, Fachin afirmou que a meta é contar com mais de 100 observadores internacionais nas eleições deste ano.

A missão da Uniore, que se reuniu em junho com Fachin, informou que os temas prioritários da observação serão:

  • funcionamento e auditabilidade do sistema eletrônico de votação;
  • campanhas de desinformação;
  • participação política de grupos socialmente excluídos;
  • violência eleitoral;
  • financiamento de campanhas eleitorais.

A missão da Uniore será chefiada por Lorenzo Córdova Vianello, conselheiro-presidente do Instituto Nacional Eleitoral (INE) do México. Também integrarão a missão os chefes de:

  • organismos eleitorais da Argentina, da Costa Rica, do México e da República Dominicana;
  • representantes do Centro de Assessoria e Promoção Eleitoral do Instituto Interamericano de Direitos Humanos.

“Com todos esses organismos, o propósito do TSE é o mesmo: cooperar com a comunidade internacional e dialogar para fins de aprimoramento do sistema eleitoral brasileiro e, portanto, de nossa democracia”, afirmou Fachin no encontro.

Segundo o ministro, a missão da Uniore é peculiar porque a entidade é constituída por 30 organismos eleitorais de 23 países do continente americano e já realizou, nas últimas três décadas, dezenas de missões de observação.

“Trata-se de mecanismo auxiliar de preservação e do fortalecimento da democracia em nossa região, episodicamente abalada por espíritos daninhos”, declarou.

“Confiamos em que a presença da Uniore nas eleições brasileiras assegurará o terreno do diálogo, da contraposição de ideias legítimas, da diversidade e da liberdade. Paz e segurança nas eleições é o que nos move”, disse Fachin.

Foto reproduzida da Internet


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